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Empresas familiares crescem mais do que as não-familiares no Brasil

19/10/2016 17:21

Pesquisa do BCG (Boston Consulting Group) constatou que as empresas familiares brasileiras crescem mais do que as que não são controladas por famílias. A alta é de 21%, contra 18%, segundo um artigo publicado recentemente sobre o tema. Já a rentabilidade cresce menos: 5% nas empresas familiares e 8% nas não-familiares. No País, essas companhias representam 46% do total.

O estudo da BCG avaliou também outros mercados emergentes, além de países mais maduros. Ao todo, foram 200 negócios familiares analisados em países desenvolvidos e 1.000 na Índia, Sudeste Asiático e no Brasil. Segundo o levantamento, nos mercados já desenvolvidos, as empresas familiares gastam menos com fusões e aquisições, diferentemente dos países emergentes, onde elas fazem mais acordos (em quantidade) e fecham compras de maior porte. 

Outra constatação é que nos países maduros, as companhias familiares assumem menos dívidas: 27% abaixo da média. Entre os emergentes, a quantidade de dívidas é semelhante à das empresas não-familiares.

Fonte: Supermercado Moderno - 05.10.2016

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