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O debilitado império dos Peixoto de Castro

21/05/2013 17:21
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Quando morreu, em 1979, aos 91 anos, Antonio Joaquim Peixoto de Castro Junior, patriarca da tradicional família carioca Peixoto de Castro, deixou um vasto patrimônio aos herdeiros - um conglomerado industrial que hoje atua nas áreas química, de tubos de aço e ativos imobiliários. Há quase um mês, integrantes da família, que está na quinta geração, e o mercado foram surpreendidos com o pedido de recuperação judicial da holding industrial Grupo Peixoto de Castro Participações (GPCPar) e de duas empresas controladas, a Apolo Tubos e GPC Química.

O império não decaiu, como em muitos grandes grupos, por disputa entre os herdeiros. A crise veio de erro estratégico do grupo, que fez investimentos na área química e foi pego no contrapé na crise de 2008, com uma estrutura de capital inadequada, apurou o Valor. Em 2012, a GPCPar teve receita de R$ 611 milhões. O montante a ser negociado na recuperação judicial é de R$ 270 milhões, dos quais R$ 220 milhões com bancos e R$ 50 milhões com fornecedores.

Fonte: Valor Econômico - Francisco Góes, 08.05.2013
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