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5 dicas para lidar com sócios familiares

28/06/2012 17:09
Ter parentes na vida profissional pode parecer uma opção confiável e até confortável, mas, se os papéis, as funções e a conduta de trabalho não estiverem bem alinhados, o que seria uma vantagem pode se reverter em complicações. O consultor empresarial José C. Ignácio dá algumas dicas de como proceder para que as relações profissionais e familiares não se confundam.

1 – Definir as regras
Diretrizes claras, desde o começo, evitam muitos problemas. É preciso definir as condições e a gestão da sociedade, assim como os participantes e o papel da diretoria da empresa. Para evitar discussões logo no início, uma boa opção é contratar a mediação de um profissional, que ajudará a definir questões importantes como distribuição de lucro e pró-labore. “O ideal é que isso seja feito no momento em que se constitui a empresa, porque quando você abre o negócio, já está tomando decisões”, afirma Ignácio.

2 – Alinhar expectativas
Objetivos diferentes são uma das principais fontes de discussões e insatisfações entre sócios: um pode querer tornar a empresa a melhor do ramo enquanto o outro deseja uma fonte de renda. “Isso precisa ser conversado logo no começo para que se estabeleça o rumo da empresa”, diz o diretor.

3 – Reunir-se, sim!
Em muitas empresas não há uma agenda de reuniões entre os diretores. Os assuntos são conversados rapidamente no corredor ou em momentos pouco apropriados, o que não é nada produtivo. Uma reunião formal e periódica, ainda que rápida, facilita o dia a dia.

4 – Desvincular (mesmo!) o profissional do pessoal
Pode parecer óbvio, mas nem sempre é fácil respeitar essa regra: assuntos pessoais devem ser resolvidos apenas em casa, no máximo na hora do almoço, e questões profissionais são tratadas exclusivamente no trabalho. Preparados? Deve ser simples assim e para tanto exigirá disciplina e determinação dos sócios.

5 – Filhos na empresa? Só mediante condições
São bem-vindos desde que formados e com experiência em outra empresa. Este é o ideal: que primeiro estudem, aprendam as regras do jogo numa empresa sem vínculos familiares e então, quando forem bem-sucedidos, serão bem recebidos na empresa familiar. “Assim eles chegam sem expectativas de privilégio, o que é muito importante para o sucesso da parceria“, afirma Ignácio. Aliás, a participação ou não de herdeiros na empresa deve ser acordada ao abrir o negócio, sendo que o indicado é que não haja “condições especiais” para ninguém. “O que atrapalha a atividade do parente na empresa são os privilégios”, diz.

Fonte: Redação PEGN, 15.06.2012

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